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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Entenda um pouco mais sobre varizes


Saiba como evitar problemas de circulação


Angiomedi responde e ensina como se prevenir

Para que o nosso organismo funcione plenamente, é necessário que a circulação sanguínea esteja atuando a todo o vapor, uma vez que ela é responsável por distribuir nutrientes pelo corpo e eliminar as toxinas por meio dos rins. Mas algumas doenças podem indicar que o sistema circulatório não está funcionando bem. As principais são: varizes, hipertensão arterial, aneurisma e a aterosclerose que pode terminar em acidente vascular cerebral, mais conhecido como AVC, e em infarto.
Segundo o cirurgião vascular do Centro Integrado de Angiologia (ANGIOMEDI), o Dr. Antônio Carlos de Souza, se a pessoa desconfiar que possa ter alguma das doenças citadas, ela deve procurar um médico imediatamente para investigar. “O Angiologista é o especialista que cuida da circulação periférica. A dor é um sintoma de alerta. Se estiver doendo alguma estrutura do corpo, é porque ela está sendo agredida. Quanto mais cedo o enfermo começar o tratamento, mais chances ele terá de se curar", explica.
Na maioria dos casos, essas doenças podem ser prevenidas por meio de hábitos de vida saudáveis. Confira abaixo as dicas da ANGIOMEDI para evitar os principais problemas circulatórios.
Varizes
Muitas vezes, elas são causadas pelo histórico familiar e a idade. Mesmo assim, é possível minimizar o problema ou evitá-lo. Entre as formas de prevenção estão:
praticar atividade física;
emagrecer;
evitar o uso de roupas apertadas;
elevar as pernas sempre que possível e evitar longos períodos em pé ou sentado;
usar meias de compressão para controlar as varizes.
Hipertensão
A doença é herdada dos pais, em 90% dos casos. Entretanto, há vários outros fatores que influenciam os níveis de pressão arterial, entre eles: fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, sal em excesso, níveis altos de colesterol, sedentarismo e diabetes.
Aneurisma da Aorta
O diagnóstico e tratamento precoce podem aumentar em 95% o sucesso dos casos, mas nos casos tratados na emergência o percentual cai para 50%. Como ela é uma doença com falta de sintomas anteriores, a única maneira de prevenir o seu aparecimento é diminuindo os fatores de risco. Por isso é fundamental adotar uma alimentação saudável e equilibrada, não fumar, controlar a pressão e não ser sedentário.
Aterosclerose
Para se prevenir, a receita é manter hábitos saudáveis, com alimentação balanceada e prática de exercícios regulares. O Dr. Antônio Carlos conta que a atividade física é um importante fator preventivo. “A doença é totalmente evitável, prevenível e tratável, e as atividades físicas - sempre após avaliação médica - entram tanto na prevenção, quanto no tratamento”, explica.
Além da prática de esportes, é importante controlar a alimentação, evitando comidas gordurosas e com excesso de sal, controlar a pressão sanguínea e monitorar a quantidade de gordura no sangue. Manter-se longe do cigarro, do consumo de bebidas alcoólicas e evitar o estresse também ajudam a manter a saúde das artérias. Pessoas que apresentam fatores de risco ou histórico familiar devem fazer acompanhamento médico periódico desde a adolescência. Já aqueles que não apresentam risco devem começar o acompanhamento a partir dos 35 anos.
AVC e Infarto
A prevenção é feita basicamente com o controle dos fatores de risco da aterosclerose: controle da pressão, controle do diabetes, controle do colesterol e do peso. Isto pode ser feito com atividade física e alimentação balanceada, evitando gorduras e bebidas alcoólicas em excesso. É recomendável verificar a pressão pelo menos uma vez ao ano, principalmente para aqueles que têm histórico familiar de pressão alta. A cada cinco anos, é preciso medir o nível de colesterol no sangue. Se houver alta nos índices, deve ser feito o tratamento e o monitoramento em intervalos menores.
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Conheça as cinco maneiras de manter a pressão arterial sob controle







Conheça as cinco maneiras de manter a pressão arterial sob controle



Dores no peito e na cabeça, tonturas e zumbido no ouvido são sintomas comuns de um problema que atinge um em cada três brasileiros em idade adulta no Brasil: a hipertensão. A doença é silenciosa e, quando não está controlada, é responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos acidentes vasculares cerebrais, segundo a Organização Mundial da Saúde. Quando a pressão arterial ultrapassa de forma consistente os 140/90 mmHg, considera-se que a pessoa tem hipertensão. Para evitar complicações, o ideal é mantê-la a 12 por 8. Confira abaixo algumas dicas que vão deixá-la sob controle:
Alimente-se adequadamente
Um dos fatores que mais afetam a hipertensão é a alimentação. O sódio leva à retenção de líquidos que, mesmo sem causar inchaço, aumenta o volume de sangue no corpo, que pressiona as artérias e eleva a pressão arterial. Por isso é recomendado evitar a ingestão de mais de dois gramas de sal por dia e de alimentos fritos e industrializados, como os embutidos, além de evitar bebidas alcoólicas. Aumentar o consumo de frutas, verduras, alimentos integrais, leite e seus derivados, garantindo uma ingestão adequada de fibras, potássio, cálcio e magnésio, também ajuda, pois reduz a quantidade de gordura saturada, trans e colesterol no organismo, que são causadores da doença.


Pratique exercícios físicos
Praticar exercício físico regularmente, como caminhada ou corrida, pelo menos três vezes por semana, é indicado para reduzir a pressão sanguínea exercida sobre os vasos sanguíneos. Mas é importante evitar se exercitar sob o sol muito forte ou em locais muito abafados e quentes e também evitar a atividade física se estiver indisposto ou com dor de cabeça e cansaço intenso.


Hidrate-se
Quem sofre com a pressão alta deve aumentar o consumo de água, bebendo entre 2 litros e 2,5 litros por dia, uma vez que o líquido ajuda a regular a pressão sanguínea. Quando não ingerimos uma quantidade suficiente de água, nosso organismo compensa retendo sódio e fechando alguns dos capilares sanguíneos que têm acesso a músculos e à pele, provocando um aumento da pressão arterial como um todo.
Não fume
O hábito de fumar aumenta a pressão sanguínea, deixando o fumante mais propenso a desenvolver a hipertensão e ter doenças do coração. O risco de ter um ataque cardíaco sobe conforme o número de cigarros e o tempo do vício.


Relaxe
Um dia estressante depois de uma noite ruim de sono pode ser uma combinação maléfica para a pressão arterial, como mostra um estudo feito por cientistas da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Eles concluíram que a falta de horas de sono pode afetar a pressão sanguínea, deixando pessoas mais propensas a problemas cardiovasculares, como pressão alta, infarto e derrame.

De acordo com o cirurgião vascular do Centro Integrado de Angiologia Vascular (ANGIOMEDI), o Dr. Antônio Carlos de Souza, quem tem hipertensão deve consultar um angiologista com regularidade. “O médico irá fazer o controle da doença por meio de exames e medicamentos, além de indicar o tratamento medicamentoso específico para cada caso, que vai manter a pressão no seu nível normal”, explica o médico.

Fonte: http://www.segs.com.br/saude/3954-conheca-as-cinco-maneiras-de-manter-a-pressao-arterial-sob-controle.html

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domingo, 1 de novembro de 2015

Inchaço nas pernas piora com o calor e pode causar edemas

Para quem mora em países tropicais, como o Brasil, enfrentar dias de sol e calor é uma realidade na maioria dos dias do ano. As altas temperaturas, além de proporcionarem momentos agradáveis ao ar livre, ainda ajudam na síntese da serotonina, que é um importante componente químico que atua no cérebro e ajuda a melhorar o humor e a aliviar o desânimo ou a depressão. Embora sejam inúmeros os benefícios do calor, ele também representa perigo à circulação sanguínea, pois faz com que as veias do corpo se dilatem, podendo causar inchaço, formigamento, sensação de peso e até dor nas pernas e nos pés.
Segundo o cirurgião vascular do CENTRO INTEGRADO DE ANGIOLOGIA, ANGIOMEDI, Antônio Carlos de Souza, o calor pode causar mais do que inchaço. “Com a dilatação dos vasos, é possível que ocorra extravasamento de líquido para fora do vaso, provocando o edema”, alerta. Apesar de poder afetar qualquer parte do corpo, o edema é mais comumente notado nos pés, tornozelos e pernas. O tratamento depende do que está causando o inchaço, por isso é fundamental a procura por um angiologista, que poderá avaliar o problema. No entanto, adotar algumas das medidas abaixo pode ser útil para evitar a doença:
  • na hora de dormir, eleve as pernas acima do nível do coração;
  •  adote uma dieta saudável e balanceada e mantenha o peso ideal;
  • consuma pouco sal, para reduzir o acúmulo de líquidos;
  • exercite as pernas, para ajudar a bombear o sangue de volta ao coração;
  •  beba muita água;
  •  não fique muito tempo de pé ou sentado;
  •  use meias elásticas, que são facilmente encontradas em farmácias. Elas facilitam a circulação do sangue e podem prevenir problemas mais sérios, como a Trombose Venosa Profunda;
  •  evite usar roupas apertadas.
Além do inchaço, os edemas nas pernas também podem ser causados por outras razões, como efeito colateral de medicamentos, infecção na perna, trombose, varizes, insuficiência cardíaca, problemas renais, uso de anti-inflamatórios, tensão pré-menstrual e alterações hormonais. Por isso é essencial que o paciente procure um especialista, o diagnóstico e tratamento da causa.
Fonte: www.angiomedi.com.br

segunda-feira, 16 de março de 2015

Aneurisma de Aorta Abdominal

Todos conhecem o que é um aneurisma cerebral, que é mais difundido nos meios de comunicação e no dia a dia, pelas sequelas que podem causar e até a morte. Mas poucas pessoas já ouviram falar do aneurisma da aorta abdominal. A aorta é a maior artéria do corpo, sai do coração e distribui o sangue para todas as áreas,

Damos o nome de aneurisma quando se tem a dilatação de uma artéria e essa dilatação ultrapassa em mais de uma vez e meia o diâmetro dessa artéria, em qualquer parte do corpo. E o aneurisma periférico, ou seja, o aneurisma fora do território cerebral mais comum é o aneurisma da aorta abdominal. Para entender melhor, normalmente, uma aorta mede de 1,5 a 2 centímetros. As mulheres têm uma aorta mais fina e os homens, mais grossa. Quando o diâmetro ultrapassa os 3 centímetros, podemos chamar de aneurisma. De acordo com o Dr. Antonio Carlos Souza, angiologista da Angiomedi, o maior problema do aneurisma é que em grande parte das situações, não há sintomas característicos. “O diagnostico, muitas vezes, é feito de forma incidental, a pessoa vai realizar um exame como uma ultrassonografia ou tomografia e detecta a presença de um aneurisma, por acaso”, explica o médico. Ele ainda completa que a primeira manifestação da presença do aneurisma pode ser uma das piores complicações, que é a ruptura, já que quando esses aneurismas rompem, de 10 a 15% dos pacientes morrem, imediatamente. Um grande numero de pacientes consegue chegar vivo ao hospital, mas a metade deles morre antes ou depois de ser submetido a algum tratamento. Então, para se ter êxito, é preciso ser feito o diagnóstico precoce.

Os pacientes de maior risco são os idosos, Raramente o aneurisma de aorta abdominal acontece em paciente mais jovens, abaixo dos 50 anos. Estudos mostram que pacientes acima dos 75 anos podem ter 8 vezes mais chances de ter a doença do que os pacientes com até 55 anos E os pacientes homens sofrem até 8 vezes mais do aneurisma do que as mulheres. O Dr. Antonio Carlos lembra que outros fatores importantes que levam ao aparecimento do doença é, primeiro, o tabagismo, que aumenta em 5 vezes o risco. “Outro fator importante é a pressão alta, a hipertensão, então quando juntamos tudo, mais de 50 anos, fumante, hipertenso, nós temos grupos de risco para o aneurisma de aorta abdominal”, explica o angiologista.

O grande problema deste e de qualquer aneurisma é a ruptura. No caso do aneurisma da aorta abdominal é que pelo fato da cavidade abdominal ser muito extensa, a pessoa pode perder muito sangue e isso levar à morte por choque circulatório. Mas, quando se detecta o aneurisma precocemente, seja num exame físico, seja na utilização de alguns exames complementares, se consegue realizar tratamentos clínicos ou cirúrgicos que evitam a ruptura desses aneurismas. Antonio Carlos explica que, normalmente, acima de 5 centímetros de diâmetro deve ter indicação de tratamento cirúrgico. Entre 3 a 5,5, é feito acompanhamento desses pacientes, que pode variar em cada pessoa, mas o que se costuma fazer é acompanhar com exames como ultrasson e tomografia e os controles dos fatores de risco, o cigarro, a hipertenção, a obesidade. “Sabe-se também que quando a gente detecta uma pessoa que tem aneurisma, existe uma chance em torno de 15 a 20% de que se tenha um familiar de primeiro grau que também tenha o aneurisma, caracterizando uma tendência genética ao desenvolvimento da doença”, alerta o médico.

Nos últimos 20 anos, houve uma verdadeira revolução no tratamento da aorta abdominal. Quando existe indicação cirúrgica no tratamento, pode-se realizar o procedimento por meio de cateterismo, apenas com a punção na virilha e é colocada uma próteses que reveste, recobre esse aneurisma por dentro, com um risco de morte bem reduzido.

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Meias Elásticas



O inchaço nas pernas, que pode ser percebido quando tiramos os sapatos e elas ficam com as marcas das meias ou das tiras de uma sandália, por exemplo, pode ser o resultado da redução do retorno venoso e linfático, ou seja, da dificuldade do sangue subir e chegar ao coração.

Mas, as pernas podem inchar por outros motivos, desde problemas cardíacos, renais e hormonais. A obesidade e o sedentarismo agravam o problema, por conta desta dificuldade de bombeamento do sangue na panturrilha, já que a musculatura funciona como um segundo coração ou um coração periférico.

As alterações hormonais também podem aumentar o risco de varizes e, consequentemente, o inchaço dos membros inferiores. E é neste momento que entram em cena as meias de compressão, que podem diminuir o inchaço e até prevenir as varizes. Mas, elas devem ser compradas apenas com indicação médica e em lojas especializadas, que medem a circunferência do tornozelo, panturrilha e coxas.

O Dr. Antonio Carlos Souza, angiologista da Angiomedi, explica que existem diferenças entre as meias de compressão. “As meias elásticas apresentam compressão graduada, elas devem comprimir mais nos pés e tornozelos e menos nos pontos acima desta área. São agrupadas em graus de compressão e para cada situação clínica há uma recomendação específica e, ao contrário do que se pensa, existem sim contra indicações ao seu uso, por isso a palavra do especialista é essencial”, explica o profissional. Ele ainda orienta que, além do uso das meias, as atividades físicas, as dietas com pouco sal e a drenagem linfática também ajudam na diminuição do inchaço nas pernas.

E durante as atividades físicas, o uso das meias elásticas apresentam benefícios tanto para pessoas com problemas circulatórios, quanto para as pessoas saudáveis. Quando bem indicadas durante os exercícios, promovem a drenagem linfocinética e a “limpeza” do ácido lático produzido durante os exercícios, podendo melhorar, até, o desempenho.

Colocar as pernas para cima e movimentar a panturrilha, caso a pessoa passe muitas horas do dia sentada, também são bons hábitos que, juntamente com o uso das meias, pode ajudar a combater o inchaço nas pernas, tão indesejável e prejudicial à saúde.


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Dores nas pernas podem ter causas diversas



Dor nas pernas é uma queixa comum nos consultórios de Angiologia. O problema pode até ser o preço que pagamos pela condição de bípedes, já que, nesta posição, a coluna vertebral e os membros inferiores fazem o papel da ‘‘suspensão’’ do corpo. E, em decorrência disto, a sobrecarga pode levar a várias doenças e um dos sinais de que alguma coisa pode estar errada é a dor.


De acordo com o Dr. Antonio Carlos de Souza, angiologista da Angiomedi, todas as estruturas que compõem as pernas e coxas podem ser causas de dores e existem, pelo menos, 200 possibilidades, oriundas dos ossos, articulações, ligamentos, músculos, tendões, nervos e estruturas vasculares. “As doenças circulatórias englobam os sintomas decorrentes dos comprometimentos venosos e arteriais, que são muito diferentes”, explica ele. Mas, ele completa que como, normalmente, a pessoa com dor nas pernas já relaciona aos problemas circulatórios, o angiologista acaba sendo o especialista mais procurado nesses casos.


Cabe ressaltar, ainda, que o estilo de vida dos tempos atuais apresenta muitas situações que agem como desencadeantes de dores nas pernas e também podem agravar os sintomas de determinadas doenças, pois, como já foi citado no início do texto, todo o peso corporal do ser humano é suportado pelos membros inferiores. O sobrepeso e a obesidade são cada vez maiores entre as pessoas e, com isso, a situação piora ainda mais. E, além disso, nesta era informatizada, as pessoas passam muitas horas sentadas em uma mesma posição e se alimentam mal. O Dr. Antonio Carlos lembra, inclusive, de alguns casos de trombose venosa associada a longas horas de permanência frente a um computador, situação denominada de e – trombose.


Já os exercícios físicos podem ser aliados no combate e na prevenção das dores nas pernas, de preferência as atividades sem impacto, ou seja, sem movimentos bruscos, benéficas para a saúde das pernas. Mas, as pessoas que já sofrem de algum tipo de dor só devem fazer atividade física orientada por um profissional da área. “Poderíamos citar como exemplo o papel benéfico das atividades que condicionam a panturrilha, para as pessoas que apresentam insuficiência venosa, já que a panturrilha funciona com um coração periférico, ajudando no retorno do sangue das pernas para o coração”, explica o angiologista.


Lembrando sempre que a dor é um sintoma de alerta. É o sinal de que alguma estrutura do corpo está sendo agredida. E apesar de ser nas pernas, a causa pode ser sistêmica, ou seja, em outra parte do organismo. Por isso, é sempre necessário procurar a ajuda de um médico.




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