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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Como está sua Circulação?


Quem já se deu ao trabalho de tirar uns minutinhos e pensar: será que o meu sangue, neste momento, circula direitinho? Difícil encontrar alguém que, assim, do nada, tenha essa dúvida, até porque o normal é achar que só há algo errado quando existe dor ou incômodo, não é verdade? Saiba que a circulação sanguínea é um processo complexo e de fundamental importância.
Todas as partes do corpo precisam de sangue e oxigênio para funcionarem bem. Não é possível perceber, mas o trajeto do sangue é feito repetidas vezes. Qualquer dificuldade neste percurso pode resultar em problemas, inclusive graves. É o que pode ocorrer com diabéticos. Uma das dificuldades enfrentadas pelos pacientes é a má circulação. Entenda os motivos e cuidados necessários para evitar complicações, algumas até irreversíveis.
Boa circulação
O funcionamento do sistema circulatório tem como protagonistas as veias e artérias. Elas são as responsáveis por levar o sangue do coração para o resto do corpo e cumprir o trajeto inverso, sem um minuto de descanso.
Nesse vai e vem, o organismo recebe oxigênio e nutrientes. Isso sem falar que o sangue retira as toxinas e transporta, também, os hormônios. “Imagine uma máquina. Quando todas as peças estão em plena atividade, o equilíbrio está garantido. É assim com o nosso corpo”, afirma o diretor técnico da Angiomedi (Centro Integrado de Angiologia), no Distrito Federal, e cirurgião vascular, Dr. Antonio Carlos de Souza.
Circulação em diabéticos
Em diabéticos, esse processo de ida e vinda do sangue pode apresentar falhas devido à doença. O problema está no alto nível de açúcar. Acredita? O diabetes mal controlado pode levar a complicações na circulação e nos nervos. A lesão dos nervos pode provocar dores nas extremidades e até mesmo dormência. Por outro lado, o descontrole do diabetes, ao longo do tempo, pode levar ao entupimento nas artérias.
Complicações
O comprometimento da circulação sanguínea resulta em algumas complicações. Seguem as mais frequentes:
  • dores na panturrilha ao caminhar;
  • dores intensas, mesmo quando o paciente não está em movimento;
  • morte dos tecidos, quando há ausência de sangue nas extremidades dos membros – as úlceras e gangrenas;
  • riscos de amputação dos membros;
  • infecções graves nos pés;
  • pé diabético.
Cuidados
Haveria como evitar tudo isso? Algumas atitudes simples no dia a dia são aliadas nessa luta. Entre elas:
  • usar calçados confortáveis;
  • examinar os pés pelo menos duas vezes por semana;
  • olhar dentro do sapato antes de calçar (pode ter algo dentro que machuque);
  • não negligenciar pequenas lesões nos pés;
  • evitar ferimentos nos pés;
  • não retirar calos ou unhas;
  • evitar andar descalço;
  • redobrar a atenção e cuidados durante os períodos de baixa temperatura, como proteger as pernas e os pés do frio;
  • fazer exercícios nos dedos;
  • manter boa alimentação (priorizar as frutas, verduras e proteínas);
  • usar corretamente a medicação prescrita pelo médico;
  • controlar o nível de glicose.
Estatísticas
A Organização das Nações Unidas (ONU) publicou, em abril de 2016, relatório no qual constam os seguintes dados:
  • 16 milhões de brasileiros, aproximadamente, têm a doença;
  • mulheres são mais vítimas do que homens;
  • 72.200 brasileiros, acima de 30 anos, morrem por conta do diabetes;
  • 422 milhões de adultos, no mundo, sofriam de diabetes em 2014. O número é quatro vezes maior do que em 1980.
 Fonte: https://www.ecodebate.com.br/2016/09/06/entenda-porque-diabeticos-sofrem-de-ma-circulacao-sanguinea/
in EcoDebate, 06/09/2016

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Você sabe o que é checkup vascular?

As doenças circulatórias são consideradas crônicas degenerativas e, por isso, a única forma de realizar um combate efetivo é pelo controle dos fatores de risco. E aí vem a pergunta: como isso seria possível? A partir do Check-up Vascular. "Existem fatores de risco, obviamente, que não há como combater como, por exemplo, a hereditariedade. Mas a gente pode utilizar esses critérios genéticos no sentido de fazer a orientação para prevenção das doenças. Existem também outros fatores chamados ambientais que podem ser modificados e com isso diminuir a chance de a doença se manifestar. Se a gente modificar o fator ambiental, acaba que modifica a expressão de gene. E aí a prevenção ganha uma grande força", explica minuciosamente o diretor técnico do Centro Integrado de Angiologia (Angiomedi), no Distrito Federal, Dr. Antonio Carlos de Souza.
Na prática, tudo funciona de forma muito simples. Durante a consulta, o médico faz uma entrevista bem detalhada para buscar os fatores de risco e, depois, solicita os exames complementares - urina, sangue e imagens. Em geral, com relação aos procedimentos de imagem, os profissionais optam por aqueles não invasivos - não agridem e oferecem zero de risco para o paciente. "O check-up funciona como uma triagem e, baseado nos fatores de risco, é possível identificar qual tipo de doença o paciente tem mais possibilidade de desenvolver. Veja só a importância disso. Podemos evitar muitas complicações e salvar vidas com essa pequena atitude", complementa o Dr. Antonio.
O Check-up Vascular é um programa criado, em 2015, pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) para ser adotado em todo o Brasil com o objetivo de detectar, o quanto antes, doenças circulatórias. Por ser uma iniciativa nova ainda não há estatísticas que mostrem quais os resultados atingidos. A expectativa é de que em, mais ou menos, dois anos haja a consolidação dos primeiros dados.
Os números exatos ainda não existem, mas os anos de experiência permitem ao cirurgião vascular, Dr. Antonio Carlos, afirmar que a tendência é o comportamento da população começar a mudar. No consultório, ele já observa pacientes preocupados em orientar os parentes a procurarem o angiologista antes de estarem doentes. "A medicina tradicional é voltada para curar as doenças. Isso é importante. Mas o Check-up Vascular vai além. Ele busca a prevenção. A prevenção resulta na melhor qualidade de vida, na diminuição das complicações, do uso de medicamentos, do número de cirurgias, de sequelas, de morbidade e mortalidade. A gente espera um grande impacto com esse programa de check-up vascular", conclui o Dr. Antonio.


Fonte:
http://www.segs.com.br/saude/15788-voce-ja-fez-o-seu-check-up-vascular-este-ano.html




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Entenda um pouco mais sobre varizes


Saiba como evitar problemas de circulação


Angiomedi responde e ensina como se prevenir

Para que o nosso organismo funcione plenamente, é necessário que a circulação sanguínea esteja atuando a todo o vapor, uma vez que ela é responsável por distribuir nutrientes pelo corpo e eliminar as toxinas por meio dos rins. Mas algumas doenças podem indicar que o sistema circulatório não está funcionando bem. As principais são: varizes, hipertensão arterial, aneurisma e a aterosclerose que pode terminar em acidente vascular cerebral, mais conhecido como AVC, e em infarto.
Segundo o cirurgião vascular do Centro Integrado de Angiologia (ANGIOMEDI), o Dr. Antônio Carlos de Souza, se a pessoa desconfiar que possa ter alguma das doenças citadas, ela deve procurar um médico imediatamente para investigar. “O Angiologista é o especialista que cuida da circulação periférica. A dor é um sintoma de alerta. Se estiver doendo alguma estrutura do corpo, é porque ela está sendo agredida. Quanto mais cedo o enfermo começar o tratamento, mais chances ele terá de se curar", explica.
Na maioria dos casos, essas doenças podem ser prevenidas por meio de hábitos de vida saudáveis. Confira abaixo as dicas da ANGIOMEDI para evitar os principais problemas circulatórios.
Varizes
Muitas vezes, elas são causadas pelo histórico familiar e a idade. Mesmo assim, é possível minimizar o problema ou evitá-lo. Entre as formas de prevenção estão:
praticar atividade física;
emagrecer;
evitar o uso de roupas apertadas;
elevar as pernas sempre que possível e evitar longos períodos em pé ou sentado;
usar meias de compressão para controlar as varizes.
Hipertensão
A doença é herdada dos pais, em 90% dos casos. Entretanto, há vários outros fatores que influenciam os níveis de pressão arterial, entre eles: fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, sal em excesso, níveis altos de colesterol, sedentarismo e diabetes.
Aneurisma da Aorta
O diagnóstico e tratamento precoce podem aumentar em 95% o sucesso dos casos, mas nos casos tratados na emergência o percentual cai para 50%. Como ela é uma doença com falta de sintomas anteriores, a única maneira de prevenir o seu aparecimento é diminuindo os fatores de risco. Por isso é fundamental adotar uma alimentação saudável e equilibrada, não fumar, controlar a pressão e não ser sedentário.
Aterosclerose
Para se prevenir, a receita é manter hábitos saudáveis, com alimentação balanceada e prática de exercícios regulares. O Dr. Antônio Carlos conta que a atividade física é um importante fator preventivo. “A doença é totalmente evitável, prevenível e tratável, e as atividades físicas - sempre após avaliação médica - entram tanto na prevenção, quanto no tratamento”, explica.
Além da prática de esportes, é importante controlar a alimentação, evitando comidas gordurosas e com excesso de sal, controlar a pressão sanguínea e monitorar a quantidade de gordura no sangue. Manter-se longe do cigarro, do consumo de bebidas alcoólicas e evitar o estresse também ajudam a manter a saúde das artérias. Pessoas que apresentam fatores de risco ou histórico familiar devem fazer acompanhamento médico periódico desde a adolescência. Já aqueles que não apresentam risco devem começar o acompanhamento a partir dos 35 anos.
AVC e Infarto
A prevenção é feita basicamente com o controle dos fatores de risco da aterosclerose: controle da pressão, controle do diabetes, controle do colesterol e do peso. Isto pode ser feito com atividade física e alimentação balanceada, evitando gorduras e bebidas alcoólicas em excesso. É recomendável verificar a pressão pelo menos uma vez ao ano, principalmente para aqueles que têm histórico familiar de pressão alta. A cada cinco anos, é preciso medir o nível de colesterol no sangue. Se houver alta nos índices, deve ser feito o tratamento e o monitoramento em intervalos menores.
www.angiomedi.com.br


Conheça as cinco maneiras de manter a pressão arterial sob controle







Conheça as cinco maneiras de manter a pressão arterial sob controle



Dores no peito e na cabeça, tonturas e zumbido no ouvido são sintomas comuns de um problema que atinge um em cada três brasileiros em idade adulta no Brasil: a hipertensão. A doença é silenciosa e, quando não está controlada, é responsável por 45% dos ataques cardíacos e 51% dos acidentes vasculares cerebrais, segundo a Organização Mundial da Saúde. Quando a pressão arterial ultrapassa de forma consistente os 140/90 mmHg, considera-se que a pessoa tem hipertensão. Para evitar complicações, o ideal é mantê-la a 12 por 8. Confira abaixo algumas dicas que vão deixá-la sob controle:
Alimente-se adequadamente
Um dos fatores que mais afetam a hipertensão é a alimentação. O sódio leva à retenção de líquidos que, mesmo sem causar inchaço, aumenta o volume de sangue no corpo, que pressiona as artérias e eleva a pressão arterial. Por isso é recomendado evitar a ingestão de mais de dois gramas de sal por dia e de alimentos fritos e industrializados, como os embutidos, além de evitar bebidas alcoólicas. Aumentar o consumo de frutas, verduras, alimentos integrais, leite e seus derivados, garantindo uma ingestão adequada de fibras, potássio, cálcio e magnésio, também ajuda, pois reduz a quantidade de gordura saturada, trans e colesterol no organismo, que são causadores da doença.


Pratique exercícios físicos
Praticar exercício físico regularmente, como caminhada ou corrida, pelo menos três vezes por semana, é indicado para reduzir a pressão sanguínea exercida sobre os vasos sanguíneos. Mas é importante evitar se exercitar sob o sol muito forte ou em locais muito abafados e quentes e também evitar a atividade física se estiver indisposto ou com dor de cabeça e cansaço intenso.


Hidrate-se
Quem sofre com a pressão alta deve aumentar o consumo de água, bebendo entre 2 litros e 2,5 litros por dia, uma vez que o líquido ajuda a regular a pressão sanguínea. Quando não ingerimos uma quantidade suficiente de água, nosso organismo compensa retendo sódio e fechando alguns dos capilares sanguíneos que têm acesso a músculos e à pele, provocando um aumento da pressão arterial como um todo.
Não fume
O hábito de fumar aumenta a pressão sanguínea, deixando o fumante mais propenso a desenvolver a hipertensão e ter doenças do coração. O risco de ter um ataque cardíaco sobe conforme o número de cigarros e o tempo do vício.


Relaxe
Um dia estressante depois de uma noite ruim de sono pode ser uma combinação maléfica para a pressão arterial, como mostra um estudo feito por cientistas da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Eles concluíram que a falta de horas de sono pode afetar a pressão sanguínea, deixando pessoas mais propensas a problemas cardiovasculares, como pressão alta, infarto e derrame.

De acordo com o cirurgião vascular do Centro Integrado de Angiologia Vascular (ANGIOMEDI), o Dr. Antônio Carlos de Souza, quem tem hipertensão deve consultar um angiologista com regularidade. “O médico irá fazer o controle da doença por meio de exames e medicamentos, além de indicar o tratamento medicamentoso específico para cada caso, que vai manter a pressão no seu nível normal”, explica o médico.

Fonte: http://www.segs.com.br/saude/3954-conheca-as-cinco-maneiras-de-manter-a-pressao-arterial-sob-controle.html

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domingo, 1 de novembro de 2015

Inchaço nas pernas piora com o calor e pode causar edemas

Para quem mora em países tropicais, como o Brasil, enfrentar dias de sol e calor é uma realidade na maioria dos dias do ano. As altas temperaturas, além de proporcionarem momentos agradáveis ao ar livre, ainda ajudam na síntese da serotonina, que é um importante componente químico que atua no cérebro e ajuda a melhorar o humor e a aliviar o desânimo ou a depressão. Embora sejam inúmeros os benefícios do calor, ele também representa perigo à circulação sanguínea, pois faz com que as veias do corpo se dilatem, podendo causar inchaço, formigamento, sensação de peso e até dor nas pernas e nos pés.
Segundo o cirurgião vascular do CENTRO INTEGRADO DE ANGIOLOGIA, ANGIOMEDI, Antônio Carlos de Souza, o calor pode causar mais do que inchaço. “Com a dilatação dos vasos, é possível que ocorra extravasamento de líquido para fora do vaso, provocando o edema”, alerta. Apesar de poder afetar qualquer parte do corpo, o edema é mais comumente notado nos pés, tornozelos e pernas. O tratamento depende do que está causando o inchaço, por isso é fundamental a procura por um angiologista, que poderá avaliar o problema. No entanto, adotar algumas das medidas abaixo pode ser útil para evitar a doença:
  • na hora de dormir, eleve as pernas acima do nível do coração;
  •  adote uma dieta saudável e balanceada e mantenha o peso ideal;
  • consuma pouco sal, para reduzir o acúmulo de líquidos;
  • exercite as pernas, para ajudar a bombear o sangue de volta ao coração;
  •  beba muita água;
  •  não fique muito tempo de pé ou sentado;
  •  use meias elásticas, que são facilmente encontradas em farmácias. Elas facilitam a circulação do sangue e podem prevenir problemas mais sérios, como a Trombose Venosa Profunda;
  •  evite usar roupas apertadas.
Além do inchaço, os edemas nas pernas também podem ser causados por outras razões, como efeito colateral de medicamentos, infecção na perna, trombose, varizes, insuficiência cardíaca, problemas renais, uso de anti-inflamatórios, tensão pré-menstrual e alterações hormonais. Por isso é essencial que o paciente procure um especialista, o diagnóstico e tratamento da causa.
Fonte: www.angiomedi.com.br

segunda-feira, 16 de março de 2015

Aneurisma de Aorta Abdominal

Todos conhecem o que é um aneurisma cerebral, que é mais difundido nos meios de comunicação e no dia a dia, pelas sequelas que podem causar e até a morte. Mas poucas pessoas já ouviram falar do aneurisma da aorta abdominal. A aorta é a maior artéria do corpo, sai do coração e distribui o sangue para todas as áreas,

Damos o nome de aneurisma quando se tem a dilatação de uma artéria e essa dilatação ultrapassa em mais de uma vez e meia o diâmetro dessa artéria, em qualquer parte do corpo. E o aneurisma periférico, ou seja, o aneurisma fora do território cerebral mais comum é o aneurisma da aorta abdominal. Para entender melhor, normalmente, uma aorta mede de 1,5 a 2 centímetros. As mulheres têm uma aorta mais fina e os homens, mais grossa. Quando o diâmetro ultrapassa os 3 centímetros, podemos chamar de aneurisma. De acordo com o Dr. Antonio Carlos Souza, angiologista da Angiomedi, o maior problema do aneurisma é que em grande parte das situações, não há sintomas característicos. “O diagnostico, muitas vezes, é feito de forma incidental, a pessoa vai realizar um exame como uma ultrassonografia ou tomografia e detecta a presença de um aneurisma, por acaso”, explica o médico. Ele ainda completa que a primeira manifestação da presença do aneurisma pode ser uma das piores complicações, que é a ruptura, já que quando esses aneurismas rompem, de 10 a 15% dos pacientes morrem, imediatamente. Um grande numero de pacientes consegue chegar vivo ao hospital, mas a metade deles morre antes ou depois de ser submetido a algum tratamento. Então, para se ter êxito, é preciso ser feito o diagnóstico precoce.

Os pacientes de maior risco são os idosos, Raramente o aneurisma de aorta abdominal acontece em paciente mais jovens, abaixo dos 50 anos. Estudos mostram que pacientes acima dos 75 anos podem ter 8 vezes mais chances de ter a doença do que os pacientes com até 55 anos E os pacientes homens sofrem até 8 vezes mais do aneurisma do que as mulheres. O Dr. Antonio Carlos lembra que outros fatores importantes que levam ao aparecimento do doença é, primeiro, o tabagismo, que aumenta em 5 vezes o risco. “Outro fator importante é a pressão alta, a hipertensão, então quando juntamos tudo, mais de 50 anos, fumante, hipertenso, nós temos grupos de risco para o aneurisma de aorta abdominal”, explica o angiologista.

O grande problema deste e de qualquer aneurisma é a ruptura. No caso do aneurisma da aorta abdominal é que pelo fato da cavidade abdominal ser muito extensa, a pessoa pode perder muito sangue e isso levar à morte por choque circulatório. Mas, quando se detecta o aneurisma precocemente, seja num exame físico, seja na utilização de alguns exames complementares, se consegue realizar tratamentos clínicos ou cirúrgicos que evitam a ruptura desses aneurismas. Antonio Carlos explica que, normalmente, acima de 5 centímetros de diâmetro deve ter indicação de tratamento cirúrgico. Entre 3 a 5,5, é feito acompanhamento desses pacientes, que pode variar em cada pessoa, mas o que se costuma fazer é acompanhar com exames como ultrasson e tomografia e os controles dos fatores de risco, o cigarro, a hipertenção, a obesidade. “Sabe-se também que quando a gente detecta uma pessoa que tem aneurisma, existe uma chance em torno de 15 a 20% de que se tenha um familiar de primeiro grau que também tenha o aneurisma, caracterizando uma tendência genética ao desenvolvimento da doença”, alerta o médico.

Nos últimos 20 anos, houve uma verdadeira revolução no tratamento da aorta abdominal. Quando existe indicação cirúrgica no tratamento, pode-se realizar o procedimento por meio de cateterismo, apenas com a punção na virilha e é colocada uma próteses que reveste, recobre esse aneurisma por dentro, com um risco de morte bem reduzido.

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Meias Elásticas



O inchaço nas pernas, que pode ser percebido quando tiramos os sapatos e elas ficam com as marcas das meias ou das tiras de uma sandália, por exemplo, pode ser o resultado da redução do retorno venoso e linfático, ou seja, da dificuldade do sangue subir e chegar ao coração.

Mas, as pernas podem inchar por outros motivos, desde problemas cardíacos, renais e hormonais. A obesidade e o sedentarismo agravam o problema, por conta desta dificuldade de bombeamento do sangue na panturrilha, já que a musculatura funciona como um segundo coração ou um coração periférico.

As alterações hormonais também podem aumentar o risco de varizes e, consequentemente, o inchaço dos membros inferiores. E é neste momento que entram em cena as meias de compressão, que podem diminuir o inchaço e até prevenir as varizes. Mas, elas devem ser compradas apenas com indicação médica e em lojas especializadas, que medem a circunferência do tornozelo, panturrilha e coxas.

O Dr. Antonio Carlos Souza, angiologista da Angiomedi, explica que existem diferenças entre as meias de compressão. “As meias elásticas apresentam compressão graduada, elas devem comprimir mais nos pés e tornozelos e menos nos pontos acima desta área. São agrupadas em graus de compressão e para cada situação clínica há uma recomendação específica e, ao contrário do que se pensa, existem sim contra indicações ao seu uso, por isso a palavra do especialista é essencial”, explica o profissional. Ele ainda orienta que, além do uso das meias, as atividades físicas, as dietas com pouco sal e a drenagem linfática também ajudam na diminuição do inchaço nas pernas.

E durante as atividades físicas, o uso das meias elásticas apresentam benefícios tanto para pessoas com problemas circulatórios, quanto para as pessoas saudáveis. Quando bem indicadas durante os exercícios, promovem a drenagem linfocinética e a “limpeza” do ácido lático produzido durante os exercícios, podendo melhorar, até, o desempenho.

Colocar as pernas para cima e movimentar a panturrilha, caso a pessoa passe muitas horas do dia sentada, também são bons hábitos que, juntamente com o uso das meias, pode ajudar a combater o inchaço nas pernas, tão indesejável e prejudicial à saúde.


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Dores nas pernas podem ter causas diversas



Dor nas pernas é uma queixa comum nos consultórios de Angiologia. O problema pode até ser o preço que pagamos pela condição de bípedes, já que, nesta posição, a coluna vertebral e os membros inferiores fazem o papel da ‘‘suspensão’’ do corpo. E, em decorrência disto, a sobrecarga pode levar a várias doenças e um dos sinais de que alguma coisa pode estar errada é a dor.


De acordo com o Dr. Antonio Carlos de Souza, angiologista da Angiomedi, todas as estruturas que compõem as pernas e coxas podem ser causas de dores e existem, pelo menos, 200 possibilidades, oriundas dos ossos, articulações, ligamentos, músculos, tendões, nervos e estruturas vasculares. “As doenças circulatórias englobam os sintomas decorrentes dos comprometimentos venosos e arteriais, que são muito diferentes”, explica ele. Mas, ele completa que como, normalmente, a pessoa com dor nas pernas já relaciona aos problemas circulatórios, o angiologista acaba sendo o especialista mais procurado nesses casos.


Cabe ressaltar, ainda, que o estilo de vida dos tempos atuais apresenta muitas situações que agem como desencadeantes de dores nas pernas e também podem agravar os sintomas de determinadas doenças, pois, como já foi citado no início do texto, todo o peso corporal do ser humano é suportado pelos membros inferiores. O sobrepeso e a obesidade são cada vez maiores entre as pessoas e, com isso, a situação piora ainda mais. E, além disso, nesta era informatizada, as pessoas passam muitas horas sentadas em uma mesma posição e se alimentam mal. O Dr. Antonio Carlos lembra, inclusive, de alguns casos de trombose venosa associada a longas horas de permanência frente a um computador, situação denominada de e – trombose.


Já os exercícios físicos podem ser aliados no combate e na prevenção das dores nas pernas, de preferência as atividades sem impacto, ou seja, sem movimentos bruscos, benéficas para a saúde das pernas. Mas, as pessoas que já sofrem de algum tipo de dor só devem fazer atividade física orientada por um profissional da área. “Poderíamos citar como exemplo o papel benéfico das atividades que condicionam a panturrilha, para as pessoas que apresentam insuficiência venosa, já que a panturrilha funciona com um coração periférico, ajudando no retorno do sangue das pernas para o coração”, explica o angiologista.


Lembrando sempre que a dor é um sintoma de alerta. É o sinal de que alguma estrutura do corpo está sendo agredida. E apesar de ser nas pernas, a causa pode ser sistêmica, ou seja, em outra parte do organismo. Por isso, é sempre necessário procurar a ajuda de um médico.




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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Varizes em Homens



Apesar das varizes atingirem somente 3% dos homens entre 30 e 40 anos, sendo bem mais comum nas mulheres, a quantidade proporcional de pessoas do sexo masculino que apresentam complicações da doença é maior do que entre as mulheres. De acordo com o angiologista da Clínica Angiomedi, doutor Antonio Carlos Souza, a situação pode ser explicada porque os homens tendem a recorrer menos à assistência médica. “Eles só procuram quando já estão em fase avançada de insuficiência venosa crônica”, afirma o médico.

Para o doutor, são vários fatores que influenciam para que o problema tenha uma evolução maior entre os homens. “Primeiro que eles não se incomodam com a questão estética como as mulheres. Em segundo lugar, os pelos, em maior quantidade do que nas mulheres, disfarçam a aparência das varizes. E o terceiro fator, que a gente não consegue compreender muito bem, é um padrão genético que faz com que as varizes causem menos dor nas pessoas do sexo masculino, por isso eles deixam a doença evoluir mais”, explica o angiologista.

Para que a doença não atinja um estado crítico, o doutor Antonio Carlos orienta que o homem observe alguns sintomas. “A presença de dor, cansaço, sensação de peso, inchaço nas pernas (edemas), a presença de ondulação - porque varizes, por definição, é uma veia tortuosa, elevada e alongada – são indicações de que é necessário procurar um tratamento, ou pelo menos uma avaliação do Angiologista”, sugere.

O homem também deve notar se existe algum escurecimento na área próxima do tornozelo, conforme explica o médico. “Quando está nesse ponto, que é a quarta fase clínica das varizes, que se manifesta com a dermatite ocre, está a um passo de se tornar uma úlcera (ferida), que é a última fase”, alerta. Ainda de acordo com o doutor, esta é a 14ª causa de afastamento do trabalho por incapacitação no Brasil.



Fonte: J Vasc Br 2003;2(4):318-28.
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Insuficiência venosa pode predispor a infecção grave na pele



A ligação entre problemas de circulação sanguínea e outros como varizes e trombose já é bem conhecida. Porém, existem doenças que não têm esta relação tão clara para todos e que se aproveitam de uma condição do paciente para atacar o corpo todo, como é o caso da erisipela. A doença é uma infecção dos vasos linfáticos da pele causada, habitualmente, pela bactéria estreptococos pyogenes, do grupo A.

Recentemente, o ator Othon Bastos se afastou das gravações da novela global “Império” pois apresentou um quadro de erisipela grave na perna esquerda. Mas nem todo mundo está sujeito a contrair da bactéria. “O problema afeta mais as pessoas que já possuam uma predisposição – inchaço-, por exemplo, que tenha um comprometimento dos linfáticos ou uma insuficiência venosa”, explica o médico angiologista da Angiomedi, doutor Antonio Carlos Souza.

Além da vermelhidão e inchaço do local afetado, o problema pode causar febre, calafrios, náuseas e dores no corpo. “São sintomas parecidos aos de uma infecção de amigdalas, mas atinge a pele”, explica o médico.

Ele ainda completa que o estreptococos pyogenes é uma bactéria de contato e pode ser encontrada no chão ou na sujeira e jamais é contraída pelo ar. “Ela invade o sistema por uma “ porta de entrada”  simples, como uma micose entre os dedos, picada de insetos ou um ferimento pela retirada das cutículas das unhas”, relata o Dr. Antonio Carlos.

Por isso, o cuidado mais relevante é com os pés e dedos. “Quando a pessoa já tiver algum grau de inchaço nas pernas, é preciso evitar tirar cutículas, calosidades, não calçar sapatos inadequados e sem meia ou alguma proteção, principalmente no diabético”, alerta o médico. Ainda é preciso evitar andar descalço e também sofrer com arranhões de animais como gatos, o que pode facilitar a entrada da bactéria na pele. O tratamento é feito com antibiótico e repouso. 

Outras dicas para evitar a erisipela:

- Procure calos, cortes, rachaduras, bolhas e mudanças na cor da pele e fique atento.
- Examine cuidadosamente entre os dedos.
- Lave os pés diariamente com água morna e sabão neutro.
- Não deixe seus pés de molho e não use bolsas de água quente.
- Seque bem os pés, principalmente entre os dedos e ao redor das unhas.
- Passe creme hidratante nas pernas e nos pés,. mas nunca entre os dedos.
- Não use talco, spray ou esparadrapo nos pés.
- Não corte os calos e não use produtos para retirá-los.
- Corte as unhas em linha reta e nunca as deixe muito curtas.
- Não retire as cutículas e os cantos das unhas.
- Não use canivete, gilete ou faca para cortar as unhas.
- Use calçados fechados e macios.
- Não use calçados apertados, abertos, de bico fino e de salto alto.
- Antes de calçar meias e sapatos, verifique se não há nada dentro deles que possa machucar os pés, como pregos, pedras ou furos.
- Não ande descalço, nem mesmo dentro de casa.

- Use meias de algodão sem costuras e sem elásticos, trocando-as diariamente.

Fonte: www.angiomedi.com.br

domingo, 16 de novembro de 2014

CHOCOLATE AMARGO PODE AJUDAR IDOSOS COM PROBLEMAS CIRCULATÓRIOS NAS PERNAS




Delícia  estimula o sistema circulatório

O chocolate costuma ser irresistível para muitas pessoas, já que ele provoca uma sensação de bem-estar, causada pela ação da endorfina e da dopamina, ligadas diretamente ao relaxamento. Porém, muitas vezes a guloseima é evitada, já que em excesso, pode elevar as taxas de glicose e também causar a obesidade. A boa notícia para os chocólatras é que um estudo recente feito pela Universidade Sapienza de Roma constatou que pouco tempo após idosos consumirem o chocolate escuro, eles conseguiram caminhar com menos dificuldade.

Em comum, esses idosos têm aterosclerose, uma doença arterial periférica que afeta as artérias das pernas e está associado à idade, atingindo com frequência pessoas acima dos 70 anos. O problema causa uma inflamação crônica, caracterizada pela formação de placas de gordura nas artérias, que levam ao estreitamento e até à obstrução, comprometendo assim a oxigenação dos tecidos. A redução do fluxo de sangue causa dor, durante a caminhada, denominado claudicação intermitente. Após a experiência com amargo, feita com 14 homens e seis mulheres, com idades entre 60 e 78 anos, em que precisaram usar uma esteira, uma vez de manhã e outra após comerem 40g de chocolate preto, foi relatado que, após ingerir o derivado do cacau, eles caminharam, em média, 39 metros e 17 segundos a mais do que no início do dia. Para os pesquisadores, os compostos encontrados no cacau podem reduzir o estresse oxidativo e melhorar o fluxo sanguíneo nas artérias periféricas.

Além disso, a vantagem do chocolate amargo é que ele é elaborado a partir da massa e da manteiga de cacau, com 70% do fruto em sua composição, enquanto o chocolate ao leite possui apenas de 15 a 30%. Isso confere uma grande quantidade de flavonóides, poderosos antioxidantes naturais. Para o cirurgião vascular do CENTRO INTEGRADO DE ANGIOLOGIA - ANGIOMEDI, Antônio Carlos, o consumo desse tipo de chocolate é benéfico para a oxigenação e até para o coração, mas ressalta que em excesso pode aumentar os níveis de gordura e de glicose no sangue, trazendo um efeito contrário ao desejado. “O estudo demonstrou um aumento,  discreto, na distância caminhada pelos pacientes que ingeriram apenas 40 g de chocolate amargo, sem leite e açúcar. O chocolate é calórico e, se ingerido em excesso, piora os fatores de riscos, podendo ter efeito maléfico para a circulação”.

 Prevenção

Adotar hábitos simples, a prática de 30 minutos diários de atividade física moderada a intensa,reduzir a quantidade de gorduras na dieta, bem como abandonar o tabagismo já implicam na redução do risco de uma aterosclerose.

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Fonte: Loffredo L, et al "Dark chocolate acutely improves walking autonomy in patients with peripheral artery disease" JAHA 2014; DOI: 10.1161/JAHA.114.001072.


sábado, 15 de novembro de 2014

DIA MUNDIAL DO DIABETES

O dia 14 de novembro foi escolhido pela Federação Internacional do Diabetes como Dia Mundial do Diabetes. O tema de 2014 é “Vida Saudável e Diabetes”. O diabetes é uma das doenças que mais aumentam no mundo. O diabetes tipo 2, que é o mais comum, não se adquire de um dia para o outro. O estilo de vida e o excesso de peso têm impacto progressivo no desenvolvimento do diabetes. Estima-se que, só no Brasil, temos mais de 12 milhões de diabéticos.  O estilo de vida saudável, com exercícios físicos, alimentação saudável e exames periódicos. Quanto aos sintomas, como aumento da fome, aumento da sede, aumento da quantidade de urina e perda de peso deve levar a suspeita e realizar a glicemia.
Descobrir que tem diabete não é o “fim do mundo”. Tem tratamento e a pessoa pode viver muito bem. Entretanto, o descuidado com o diagnóstico e o tratamento pode levar a complicações crônicas, dentre elas os problemas da circulação arterial e a neuropatia. Alem disto o diabético é mais suscetível a infecções. O efeito a longo prazo destas complicações agregadas podem terminar em lesões graves nos pés; situação denominada “pé diabético”. O tratamento terá sucesso com o autocuidado e com apoio de equipe multidisciplinar, capitaneado pelo endocrinologista.
Seja proativo: converse com familiares e amigos sobre o diabetes. Se não fez o exame, aproveite a oportunidade e cuide-se!

http://www.diabetes.org.br/

terça-feira, 15 de abril de 2014

Varizes nas pernas. Entendendo um pouco mais...


AVC E DOENÇA NAS CARÓTIDAS



A estenose de carótida é um estreitamento da artéria que leva sangue do coração para o cérebro e é a terceira maior causa de acidente vascular cerebral (AVC) no mundo. Só no Brasil, a cada seis segundos, uma pessoa sofre um AVC, segundo dados do Ministério da Saúde, acarretando mais de cem mil mortes por ano. Sem sinais no estágio inicial, a doença pode levar à incapacidade de movimentos em um dos lados do corpo e à perda súbita de visão, sendo mais comum em homens.
Os primeiros sintomas começam a surgir, geralmente, quando a carótida está com mais de 70% de estreitamento. Nesses casos, pequenos pedaços das placas de gordura, ou pequenos coágulos, podem se soltar e, ao transitarem na corrente sanguínea, bloquear uma artéria intracraniana e acarretar na perda momentânea da visão, força em um braço ou perna, dificuldade de fala e desmaio. Se os sintomas regredirem em até 24 horas, falamos em ataque isquêmico transitório.
Um derrame pode ocorrer logo após o ataque isquêmico ou tempos depois, por isso, esses indícios devem servir de alerta para uma consulta médica com urgência. Segundo o cirurgião vascular do Centro Integrado de Angiologia - ANGIOMEDI, Antônio Carlos de Souza, com a procura rápida por um centro especializado pode-se desobstruir a artéria e reverter o quadro. “Neste caso tempo é fundamental. Nos casos de detecção de placas nas artérias carótidas, existem critérios para o tratamento que devem ser analisados individualmente pelo cirurgião vascular”, explica o cirurgião.
Pessoas que tem pressão e colesterol altos, problemas de coração, diabetes, doença renal e histórico familiar de derrame, correm um risco maior de ter estenose da carótida. Outros comportamentos, como fumar, fazer uso de cocaína e consumir álcool em excesso também aumenta a possibilidade de surgimento da doença.
A prevenção é feita basicamente com atividade física e alimentação balanceada, evitando gorduras e bebidas alcoólicas em excesso. É recomendável verificar a pressão, pelo menos, uma vez ao ano, principalmente para aqueles que têm histórico familiar de pressão alta. A cada cinco anos, é preciso medir o nível de colesterol no sangue. Se houver alta nos índices, deve ser feito o tratamento e o monitoramento em intervalos menores.
O tratamento pode ser feito apenas com medicamentos que controlam acúmulo de gordura nas artérias e suas complicações. Em casos mais graves, essa retirada pode ser feita através de cirurgia.
Fonte: www.angiomedi.com.br